Arquivo para Agosto, 2007

Alimentos energéticamente vivos

Na base da alimentação viva está a semente. Na semente – nutrientes necessários para o crescimento da planta, vibrando com enzimas vitais – está a base da vida.
Em cada semente, encontra-se vitaminas, minerais, proteinas, gorduras e carboidratos em reserva, aguardando o ambiente propicio para que sua germinação se inicie. Da semente, para o broto, para a planta, para o fruto, para a semente.
Essa é a beleza e força da vida! Essa é a beleza de uma alimentação energéticamente viva!

Alimentos energéticamente vivos e orgânicos.
À saúde de nosso ambiente interno – nosso corpo, e nosso ambiente externo – nosso planeta.
Um brinde à vida!
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Aqui apresentamos fotos de pratos preparados SEM cozimento, SEM processados, industrializados, conservados, falsificados, refinados, etc. Para textura, alguns pratos (todos alimentos do reino vegetal e 95% orgânicos) passam por desidratação em temperatura máxima de 41 graus Celsius (105 F) mantendo, assim, os nutrientes, enzimas e energia vital dos alimentos.

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Comida de dieta ‘pode provocar obesidade em crianças’

comida com alto teor calórico
Pesquisadores sugerem dieta baleanceada para crianças
Produtos de dieta para crianças podem, em vez de controlar o peso, aumentar o risco de obesidade, afirma uma pesquisa realizada pela Universidade de Alberta, no Canadá.

O estudo, publicado na revista científica Obesity, realizou testes com ratos de laboratório em que os roedores foram tratados com comidas de baixa caloria.

Os pesquisadores treinaram ratos jovens para relacionar o gosto da comida ao valor calórico e perceberam que, ao notarem que os alimentos tinham poucas calorias, os roedores comeram mais do que o necessário para compensar.

O consumo das versões de baixa caloria de produtos que normalmente têm alto teor calórico pode desregular a habilidade natural do corpo de controlar a ingestão de energia através do gosto dos alimentos.

Dieta balanceada

De forma semelhante, estimam os pesquisadores, crianças que fazem dieta podem acabar comendo mais das comidas de baixa caloria e aumentar o peso.

David Pierce, líder da pesquisa, disse que uma dieta balanceada, combinada com exercícios físicos, é a melhor forma de manter as crianças em forma e saudáveis.

“Com base no que aprendemos, é melhor que as crianças comam de forma saudável, com dietas balanceadas que contenham calorias suficientes para suas atividades diárias e evitem lanches ou refeições com baixas calorias.

E acrescentou: “Comidas de dieta provavelmente não são uma boa idéia durante a fase do crescimento”.

Os estudiosos também perceberam que, ao contrário dos mais novos, os ratos mais velhos não apresentaram a mesma tendência e comeram menos.

Isto porque, acreditam os pesquisadores, eles foram capazes de identificar através do gosto o nível do valor energético dos alimentos e ingerir a quantidade certa de energia.

Fonte: BBC Brasil

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Brócolis reduz risco de câncer agressivo na próstata, diz estudo

Brócolis
Uma porção de brócolis por semana reduziria risco em 45%

Comer brócolis e couve-flor regularmente reduz o risco de um homem desenvolver formas agressivas de câncer de próstata, sugere uma pesquisa feita nos Estados Unidos e publicada no Journal of the National Cancer Institute.

Após um estudo que envolveu 1,3 mil voluntários, os cientistas chegaram à conclusão de que essas duas verduras são as que oferecem maior proteção contra tumores agressivos na próstata.

A equipe do National Cancer Institute dos Estados Unidos e do Cancer Care de Ontário, no Canadá, questionou pacientes diganosticados com a doença sobre os seus hábitos alimentares.

De uma forma geral, eles observaram que não havia associação entre a ingestão de frutas e verduras e um decréscimo no risco de um homem ter câncer de próstata.

Por outro lado, eles notaram uma ligação entre um maior consumo de verduras de coloração verde escura e da família das crucíferas, especialmente o brócolis e a couve-flor – que pertencem a essa família, com a diminuição do risco de desenvolver tumores agressivos na próstata.

Uma porção semanal de couve-flor foi associada a uma queda de 52% no risco de desenvolver uma forma agressiva da doença; a mesma quantidade de brócolis levaria a uma queda de 45% nesse risco.

Dieta saudável

A ligação entre o consumo de verduras e a redução no risco de desenvolver câncer de próstata já havia sido demonstrada em outros estudos, mas ainda não haviam sido produzidos resultados consistentes.

Além disso, muitos estudos não haviam analisado especificamente as formas mais letais da doença.

Segundo os cientistas americanos e canadenses, o consumo de espinafre também pareceu estar associado a uma redução no risco de desenvolver câncer de próstata, mas a melhora não parece ter sido significativa para casos de câncer que se espalham para além da próstata.

“O câncer agressivo de próstata é biologicamente virulento e está associado com prognósticos ruins. Se a associação que nós observamos se revelar causal, uma possível forma de reduzir o impacto dessa doença pode ser a prevenção primária por meio do aumento do consumo de brócolis, couve-flor e possivelmente espinafre”, disse a responsável pelo estudo, Victoria Kirsch, do Cancer Care Ontario.

Kirsch ressaltou, no entanto, que os homens que queiram prevenir o câncer não devem apenas comer brócolis e couve-flor, mas devem ter um estilo de vida mais saudável de forma geral.

Entidades ligadas à prevenção do câncer também alertaram para a necessidade de se manter uma dieta saudável e não atribuir importância excessiva a um alimento específico.

“Quando o assunto é comida, não há nenhuma ’superfruta’ ou ’superverdura’ em particular que vai proteger você do câncer”", disse Kat Arney, da britânica Cancer Research UK.

“Especialistas já provaram que a melhor forma de reduzir o seu risco de desenvolver vários tipos de câncer é comer uma dieta balanceada. Isso significa incluir pelo menos cinco porções diárias de uma variedade de fruta e verduras, incluindo brócolis e couve-flor.”

Fonte: BBC Brasil, 02 de agosto, 2007

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Vida de excessos’ eleva casos de câncer entre britânicos

Banhistas tomam sol na praia
Incidência de melanomas subiu 43% entre 1995 e 2004

Excessos no consumo de alimentos, de álcool e abuso na exposição ao sol estão provocando um aumento na incidência de alguns tipos de câncer entre britânicos, alertam especialistas.

O número de casos de melanoma, a forma mais perigosa de câncer de pele, subiu 54% em uma década, de acordo com dados da entidade beneficente de fomento a pesquisas Cancer Research UK.

Em 2004, houve 8.939 casos de melanomas malignos na Grã-Bretanha, comparados com 5.783 em 1995.

Segundo a entidade, a incidência de câncer da boca, associado ao fumo e à bebida, subiu 23%.

O total de casos de câncer no rim e no útero – ambos associados à obesidade – também mostraram rápido crescimento nos últimos dez anos, de 14% e 21%respectivamente.

Sol

Representantes da entidade disseram estar preocupados com os índices de melanoma – o câncer de pele -, que dobraram entre as mulheres e triplicaram entre os homens desde meados da década de 1980.

Segundo a Cancer Research UK, a exposição excessiva ao sol está na raiz da vasta maioria dos casos.

“A maioria dos casos desta doença poderiam ser prevenidos se as pessoas se protegessem contra o sol”, disse Sara Hiom, diretora de informação sobre saúde da entidade.

Aumento nos Índices de Câncer na GB (1995-2004)
Melanomas malignos: 54%
Câncer da boca: 23%
Câncer do útero: 21% increase
Câncer do rim: 14% increase
Cancer Research UK

Hiom também aconselhou as pessoas a ficar atentas aos sinais de câncer da boca, entre eles feridas na boca ou língua, manchas vermelhas ou brancas na boca ou uma dor inexplicável na boca ou no ouvido.

Ela explicou que há grandes chances de cura desse câncer se ele for descoberto no início.

“Todos podem ajudar a reduzir os riscos de câncer ao evitar o fumo, manter um peso saudável, comer uma dieta balanceada com muitas frutas, legumes e fibra e fazer exercícios regularmente”, disse Hiom.

Fonte: BBC Brasil

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Variação acentuada de peso da mãe ‘é perigosa para bebê’

mulher grávida
Ideal seria manter peso saudável antes, durante e após a gestação

Mulheres que engordam ou emagrecem muito entre uma gravidez e outra podem estar colocando a vida dos seus bebês em risco, segundo um artigo de dois médicos irlandeses publicado no British Medical Journal (BMJ).

Ao perder muito peso em um curto espaço de tempo, como muitas mães fazem atualmente logo depois de dar à luz, elas estariam prejudicando a saúde do seu próximo bebê.

Por outro lado, os especialistas advertem que um ganho acentuado de peso logo depois de ter um filho também é nocivo para o desenvolvimento de um outro feto.

Partos com o bebê morto, nascimentos prematuros, abortos espontâneos e pressão alta estão entre os possíveis efeitos de uma variação exagerada no corpo da mãe, de acordo com o alerta do BMJ.

Peso saudável

Os autores do estudo são a especialista em obstetrícia e ginecologia Jennifer Walsh, da divisão de um hospital especializado na saúde da mulher em Dublin, na Irlanda, e Deirdre Murphy, professor de obstetrícia da Universidade de Dublin.

Segundo Walsh e Murphy, as mulheres têm de tentar manter um peso saudável antes, durante e depois da gestação para dar às suas crianças um começo de vida com saúde.

“Mulheres em idade reprodutiva são bombardeadas com mensagens sobre dietas, peso e imagem corporal”, alertaram.

“Há uma crescente preocupação com uma epidemia de obesidade, por um lado, e, do outro, com uma cultura que promove como desejável o ‘tamanho zero’, independentemente da constituição natural de uma mulher.”

Os médicos dizem ainda que a gravidez é um dos períodos mais exigentes da vida de uma mulher do ponto de vista nutricional e que a oferta adequada de nutrientes é essencial para sustentar o bem-estar e o crescimento do feto.

Eles citam dois estudos que mostram os possíveis efeitos de flutuações extremas de peso.

O primeiro, feito na Suécia, consistiu em acompanhar mais de 200 mil mulheres entre 1992 e 2001 a fim de avaliar os impactos de mudanças no índice de massa corpórea (BMI, na sigla em inglês) na saúde da mãe e do bebê.

As mulheres que participaram do estudo foram acompanhadas do início da primeira gestação ao início da segunda.

A conclusão foi que o aumento de apenas uma ou duas unidades no BMI acarreta “taxas significativamente maiores” de pre-eclampsia, condição ligada à pressão alta durante a gravidez; aumento nos índices de diabetes entre as mães e maior risco de um bebê nascer com um peso acima do recomendável.

Uma pessoa com BMI superior a 25 é considerada “acima do peso”; quem tem mais de 30 já é considerado “obeso”.

Um ganho de peso equivalente a três ou mais unidades de BMI aumenta “significativamente” os índices de natimortos, segundo os especialistas.

Segundo os médicos, o aumento de riscos é independente de as mulheres já estarem acima do peso.

Publicado no American Journal of Obstetrics and Gynaecology (Revista Americana de Obstetrícia e Ginecologia), o outro estudo citado pelos especialistas conclui que mulheres que emagreciam muito entre um filho e outro tinham mais chances de dar à luz prematuramente do que mulheres que aumentaram ou mantiveram seu peso.

A principal mensagem que querem passar, disseram os médicos, é que mulheres de peso médio devem evitar ganhar peso entre uma gravidez e outra.

Além disso, mulheres que estão acima do peso podem se beneficiar de uma perda de quilos antes de uma outra gravidez.

No entanto, destacam os autores, perdas de peso muito acentuadas devem ser evitadas por causa dos riscos de partos prematuros e do nascimento de bebês abaixo do peso recomendável.

Fonte: BBC Brasil

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Peso saudável ajuda longevidade, diz estudo

Excesso de peso pode levar a altos níveis de insulina no sangue

Manter um peso saudável pode ajudar as pessoas a terem uma vida mais longa ao limitar a exposição do cérebro a insulina, de acordo com com cientistas nos Estados Unidos.

Um estudo com ratos de laboratório descobriu que a redução dos sinais de insulina dentro das células do cérebro aumenta a longevidade.

Em artigo na revista Science, os pesquisadores disseram que adotar estilo de vida e peso saudáveis leva a uma redução dos níveis de insulina em seres humanos e pode ter o mesmo efeito.

Segundo especialistas, se isto for comprovado, a insulina será apenas um dos muitos fatores, tais como genes, que influenciam a longevidade.

Proteína IRS2

Pesquisas anteriores em moscas de frutas e parasitas intestinais sugeriram que reduzir a atividade do hormônio insulina, que regula os níveis de açúcar no sangue, pode aumentar a longevidade.

O mais recente estudo examinou os efeitos de uma proteína, IRS2, que transmite os sinais da insulina até o cérebro.

Ratos que tinham a metade da proteína tiveram vida 18% mais longa do que os ratos normais.

Apesar de ter peso excessivo e altos níveis de insulina, os ratos tinham maior atividade quando ficavam mais velhos, e seu metabolismo de glicose faz lembrar o de ratos mais jovens.

Os pesquisadores disseram que os ratos geneticamente modificados viviam mais tempo porque doenças letais, como câncer e problemas cardiovasculares, estão ocorrendo mais tarde por causa da redução do sinal de insulina no cérebro, embora os níveis de insulina em circulação sejam altos.

Segundo eles, no futuro, pode ser possível formular drogas que reduzam a atividade do IRS2 para reproduzir o mesmo efeito, embora eles tenham que ser específicos para o cérebro.

Problema de peso

O chefe do estudo, Morris White, do Instituto Médico Howard Hughes, em Boston, disse que a forma mais simples de encorajar a longevidade é limitar os níveis de insulina fazendo exercícios e adotando uma dieta alimentar saudável.

White disse que a descoberta apresenta “um mecanismo para o que a sua mãe lhe disse quando você estava crescendo – tenha uma boa dieta e faça exercício, para se manter saudável”.

“Dieta, exercício e peso baixo ajuda os tecidos periféricos sensíveis a insulina.”

“Isto reduz a quantidade e a duração da secreção de insulina necessária para manter a sua glicose sob controle quando você come.”

“Assim, o cérebro é exposto a menos insulina.”

A equipe de pesquisadores agora planeja examinar a possibilidade de ligações entre os sinais de IRS2 e a demência.

A demência estaria associada à obesidade e a altos níveis de insulina, de acordo com trabalhos científicos anteriores.

Matt Hunt, da organização britânica Diabetes UK, disse: “Este é um estudo interessante pois o trabalho feito com ratos pode sugerir que insulina desempenha um papel no processo de envelhecimento.”

“Apesar disso, nós estamos examinando várias interações extremamente complexas de genes no cérebro e esta pesquisa não explicou ainda como este mecanismo pode estar funcionando.”

Hunt disse que a longevidade dos seres humanos vem aumentando, apesar da crescente incidência de obesidade e diabete sugerir que os níveis de insulina no cérebro podem ser apenas um de muitos fatores envolvidos.

“Nós saudamos o fato de que este estudo apóia nossa principal mensage, da importância de ter um estilo de vida saudável.”

Fonte: BBC Brasil

20 de julho, 2007

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Falta de sono pode prejudicar julgamento moral

Algumas noites sem sono podem prejudicar o julgamento moral de uma pessoa segundo resultados de uma nova pesquisa. Pesquisadores do Exército norte-americano descobriram que soldados tinham dificuldade de tomar decisões repentinas em situações emocionalmente extremas depois de terem ficado sem dormir por duas noites.

Os autores da pesquisa afirmam que isso pode ser importante para outras profissões, incluindo médicos, que não têm um padrão regular de sono e precisam tomar decisões rápidas em situações de crise.

O trabalho foi publicado na última edição da revista Sleep.

Já se sabe que pouco sono pode prejudicar muitas funções, incluindo a concentração e a memória. Algumas pessoas afirmam que precisam apenas de três horas de sono a cada 24 horas para se sentirem descansadas, enquanto outras precisam de 11 horas. Especialistas geralmente aconselham oito horas de sono por noite. …

“Nossos resultados simplesmente sugerem que quando não têm a quantidade de sono adequada, pessoas parecem ser seletivamente mais lentas em suas deliberações a respeito de dilemas morais pessoais, em comparação a outros dilemas”, disse o chefe dos pesquisadores, William Killgore, do Instituto de Pesquisas do Exército Walter Reed.

Os pesquisadores pediram que 26 soldados saudáveis julgassem se certas ações seriam “apropriadas” ou “inapropriadas” em situações pré-determinadas, que iam de ações menores sem conseqüências a dilemas mais sérios onde a decisão poderia, em teoria, causar danos a outra pessoa.

Em geral os soldados acharam mais difícil realizar a tarefa depois de serem privados por 53 horas. Alguns chegaram a mudar sua visão do que era moralmente aceitável depois de terem ficado acordados por dois dias. … [Grifo meu.]

“Sabemos que cansaço pode prejudicar o julgamento em termos gerais. Este trabalho sugere que afeta o julgamento moral também. Você reage de forma diferente e a situação pode piorar”, disse Neil Stanley, da Sociedade Britânica para o sono.

(BBC Brasil)

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Sucos de frutas reduzem risco de Alzheimer

Uma dieta rica em suco de frutas pode cortar o risco de Mal de Alzheimer e outras doenças, segundo pesquisa da Universidade de Glasgow, na Grã-Bretanha. A equipe de pesquisadores realizou um dos primeiros estudos a respeito dos benefícios dos antioxidantes.

Antioxidantes são químicos naturais que reduzem o dano a células causado pelos radicais livres, tidos como uma importante causa de doenças e envelhecimento.

A pesquisa revelou que os sucos de uva, maçã e amora contêm grandes quantidades de benefícios químicos. O estudo será publicado na revista Journal of Agriculture and Food Chemistry.

Pesquisadores do Grupo de Nutrição Humana na Universidade de Glasgow examinaram sucos diferentes e a quantidade de antioxidantes que cada suco continha, além dos diferentes compostos químicos. Antioxidantes conhecidos como polifenóis conseguem eliminar os radicais livres no corpo. Acredita-se que eles ajudam a manter e melhorar a saúde além de proteger contra doenças crônicas.

Os resultados das pesquisas mostraram que o suco de uvas roxas do tipo Concord, contém grande quantidade e variedade de polifenóis além de ter a maior capacidade antioxidante, igual à encontrada no vinho tinto Beaujolais.

“Nem todos os sucos de frutas são iguais. Complementar uma dieta saudável com o consumo regular de uma variedade de sucos de frutas como o suco de uvas escuras, de toranjas, de maçãs e amoras vai, sem grandes mudanças na dieta, aumentar o consumo de fenóis antioxidantes”, disse Alan Crozier, professor de Bioquímica das Plantas e Nutrição Humana. “Polifenóis na alimentação, por meio de suas propriedades antioxidantes e possivelmente outros mecanismos, podem ter um papel na proteção contra doenças crônicas”, acrescentou.

(BBC Brasil)

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Comer carne aumenta risco de câncer de cólon

Um artigo divulgado nesta quarta-feira na publicação mensal The Journal of Nutrition mostra que um alto consumo de carne pode aumentar as chances de surgimento do câncer de cólon, o segundo mais mortífero nos EUA, perdendo apenas para o de pulmão. Já uma dieta rica em frutas e com pouco consumo de carne diminui o risco de ter esse câncer, segundo um estudo da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores diferenciaram três tipos de pessoas segundo sua dieta: os que consomem muitas frutas e que quase não provam carne, os que combinam altas quantidades de frutas com um consumo moderado de carne e os que basicamente só consomem carne. O estudo revelou que os grandes e médios consumidores de carne têm 70% a mais de chance de desenvolver um câncer que aqueles que seguem uma dieta alta em fruta e baixa em carne.

A dúvida dos investigadores era saber se, apesar de ingerir grandes quantidades de carne, uma pessoa poderia resistir aos males desse tipo de alimento ingerindo grandes quantidades de frutas. “Alguns estudos descobriram um efeito protetor da fruta e das verduras, mas muitos outros sustentam que não há relação entre o consumo de frutas e verduras e o risco de desenvolver tumores ou pré-tumores de cólon”, dizia o estudo.

A alimentação alta em carne é típica da população americana. Por isso, o estudo recomenda um maior consumo de cereais integrais e de fruta, além de uma redução dos alimentos altos em açúcar e gorduras. Para a realização do estudo, os investigadores fizeram 725 pesquisas com perguntas sobre hábitos de consumo de alimentos, tabaco e outros produtos a pessoas que se submeteram a uma colonoscopia.

Testes mostraram que 203 pessoas entre os entrevistados tinham adenomas – pólipos que podem chegar a se tornar um câncer e normalmente retirados durante a colonoscopia. Segundo estatísticas, 52 mil pessoas morrerão de câncer de cólon em 2007.

(Terra)

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