Arquivo para Abril 3, 2008

Consequências da falta de hidratação

Beber água é um hábito saudável que deve ser desenvolvido por todas as pessoas.

Todos nós sabemos o quanto é importante uma ingestão adequada de água diariamente, mas quase sempre negligenciamos.

Todos os organismos vivos apresentam de 50% a 90% de água em si. O próprio corpo humano é constituído em 70% por água que, em constante movimento, hidrata, lubrifica, aquece, transporta nutrientes, elimina toxinas e repõe energia, entre inúmeras outras utilidades.

Preconiza-se o número de 1 copo de 200ml de água por hora em que se estiver acordado. Assim sendo, a ingestão de água deve ser independente da sede, constante e rigorosa. E não adianta deixar para tomar os 2 a 3 litros necessários diariamente de uma só vez.

Estudos mostram que o estômago capacita apenas 12ml/kg/hora, ou seja um adulto não conseguirá tomar mais de um litro de uma só vez sem “passar mal”.

Para quem não se hidrata:

- desvitalização dos cabelos;

- descamação do couro cabeludo;

- distúrbios de concentração;

- sono e memória, com perda da disposição para realização das atividades diárias, em virtude da circulação cerebral por baixa quantidade de água que faz o sangue ficar mais “viscoso” e “grosso”, de circulação mais lenta;

- ressecamento dos olhos e tecido das vias aéreas que com baixa umidade, sofrem lesões com mais facilidade por ficarem mais frágeis, assim tornando-se mais propensos a inflamações e infecções;

- conjuntivites;

- sinusites;

- bronquites;

- pneumonias;

- lesões da pele com aparecimento de cravos e espinhas pela não eliminação adequada das toxinas via pele e seu acúmulo local;

- queda e enfraquecimento dos pêlos;

- baixa produção de saliva;

- distúrbio no aproveitamento adequado de vitaminas e sais minerais, com excesso em alguns lugares e falta em outros, levando a cãibras, dormências, perdas de força muscular e problemas ósseos dentais;

- respiração dificultada, por vezes levando à falta de ar, sobretudo nos exercícios físicos;

- constipação e por vezes, sangramento retal (devido a fezes ressecadas, endurecidas que lesam o tecido intestinal ao moverem-se em seu interior);

- impotência ou disfunções eréteis ou, no caso das mulheres, sangramentos vaginais.

É certo que há água nos alimentos, mesmo os sólidos, mas a complementação da ingestão diária de água deve ser feita, periodicamente, conforme já disposto.

Uma forma de se observar se a quantidade de água é adequada, é observar a cor da urina, que deve ser incolor. Quanto mais forte, pouca ingestão de água está sendo feita.

Vale lembrar que é sempre bom evitar bebidas alcoólicas, ou não alcoólicas, que apesar de serem diuréticas evitam que se beba a água. Evite também, a ingestão de água pelo menos meia hora antes do almoço, para não prejudicar a digestão.

Há trabalhos científicos evidenciando que muitos tratamentos com medicações orais, sobretudo anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal e anti-hipertensivos não alcançam o devido sucesso em virtude da baixa ingestão de água por parte do paciente; isto se deveria tanto à má circulação da substância pelo corpo quanto à má absorção da mesma no intestino, processo este dependente da água como veículo de transporte para a substância.

Por: Ícaro Alves Alcântara
Revista UNICEUB

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Colonterapia a Desintoxicação Natural

O intestino grosso ( cólon ) representa a última parte do aparelho digestivo e tem como principais funções a eliminação das fezes, reabsorção de água, contribui com o sistema de defesa do organismo (imunológico) e hospeda também uma flora microbiana que exerce várias funções importantes. Essas bactérias digerem uma parte da celulose (fibras vegetais) transformando-a em glicose absorvível, sintetizam vitaminas (complexo B e K ) e destroem micróbios e bactérias patogênicas.
Uma alimentação inadequada ou pobre em nutrientes e fibras, estresse físico e emocional, atividades sedentárias e a impossibilidade de realizar atividades físicas com freqüência, provocam problemas gastrointestinais, dificultando o processo natural de digestão, absorção e eliminação dos alimentos, causando a constipação ou a tão conhecida prisão de ventre.

Auto-intoxicação
Como nos alimentamos em média 3 vezes ao dia, deveríamos evacuar de 2 a 3 vezes ao dia, de preferência após cada refeição como fazem os bebês
que ao mamar em seguida evacuam, isso devido ao reflexo gastro-cólico. Como isso não acontece devido aos fatores anteriormente mencionados, podemos chegar a acumular de 3 a 4 quilos de matérias não eliminadas , como afirma o Dr. Arnold Ehret. Assim, os detritos que deveriam ser eliminados permanecem no intestino grosso durante muito tempo e acabam sendo fermentados. Neste processo, produzem material tóxico que será novamente absorvido pelo organismo, produzindo uma “auto-intoxicação” ou também chamada toxemia.

“Durante as 20 000 cirurgias que eu mesmo realizei, nunca encontrei um cólon normal” – Dr. Harvey Kellog.

Consequências
Além dos efeitos locais que a prisão de ventre pode causar como gases e cólicas, o acúmulo das matérias no cólon pode ser a causa de numerosas afecções. As toxinas produzidas pelas putrefações intestinais alcançam pela via sanguínea os órgão vizinhos, intoxicando-os e degenerando-os, podendo contribuir para o aparecimento de problemas como: obesidade, fadiga, enxaquecas, celulites, alergias, problemas de pele e unhas, cólicas, baixa das funções imunológicas entre outros. Existe também uma correlação muito significativa entre a freqüência crescente dos cânceres do cólon nos países industriais e a alimentação pobre em fibras. A prevenção desta doença passa então por uma introdução de fibras vegetais na alimentação e limpeza intestinal.

A prisão de ventre também influi no humor das pessoas, como podemos perceber, com o uso da palavra “enfezada ” , referindo-se à pessoas com mau-humor.

Colonterapia
Colonterapia ou Hidroterapia do Cólon é um sistema natural de limpeza e drenagem do intestino grosso, sem os efeitos desagradáveis dos enemas comuns. De forma higiênica, inócua, inodora e indolor ajuda a combater os problemas crônicos provocados pelo mau funcionamento do intestino. A irrigação do cólon é uma lavagem com água suficiente para preencher o cólon por meio de um aparelho ligado numa água corrente que passa por um filtro. Como a água circula na totalidade do cólon, essa irrigação limpa e desintoxica profundamente suas mucosas. Ela faz desgrudar os velhos restos e peles mortas alojadas nas dobras ou incrus- tadas na parede e permite que sejam expelidos, o mesmo acontecendo com as matérias duras, que são amolecidas por ela. A irrigação também livra o cólon de detritos, que ficam estagnados às vezes por dezenas de anos.
O ideal é realizar de 8 a 10 sessões em dias consecutivos para que se tenha um melhor resultado. As sessões são precedidas de um preparo do cólon, com um acompanhamento de uma dieta sem farináceos, carnes e lácteos, e ao final se realiza uma reposição de lactobacilos. Durante as sessões os pacientes emagracem, como também ao final são orientados para uma alimentação mais saudável e natural, aumentando sua qualidade de vida.
“A colonterapia limpa e desintoxica as paredes intestinais, produz uma limpeza profunda e serve entre outras coisas para prevenir enfermidades” segundo Suryavan Solar, em seu livro “Marmelada de cerezas” da editora Gran Sol. A colonterapia também tem a ação de estimular a motricidade do cólon ajudando a regularizar sua função de eliminação. Essa ginástica da musculatura do cólon é um dos efeitos mais salutares da hidroterapia do cólon. As mucosas do cólon também são sede de zonas reflexas (assim como na planta dos pés ou nas orelhas). A estimulação dessas regiões reflexas produz um efeito em todo o organismo.

Tudo isso mostra que, para preservar a imunidade e a vitalidade, é de capital importância manter uma boa higiene intestinal. No entanto, cada pessoa deve ter consciência que é o responsável pela sua saúde e para obter uma saúde integral é importante cultivar bons hábitos como: ter uma alimentação natural com boa quantidade de fibras e pouca proteína animal, tomar de 2 a 4 litros de água ao dia, evitar o consumo de álcool, fumo, café, açúcar branco, realizar limpeza intestinal e exercí- cios físicos regulares, diminuir as atividades estressantes no dia a dia, pensar positivo, praticar atividades de relaxamento (meditação, yoga, etc), participar de cursos de crescimento pessoal, entre outros.

Os que escolhem esse modo de vida podem se curar e desfrutar a vida em sua totalidade com mais consciência e alegria.

Tiago Almeida e Solange, autores do livro
“Colonterapia: Reeducação Alimentar, Desintoxica.

Fonte: Revista Beija-Flor 4 Ed.

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Cine Verde Ros’Ellis Moraes (nutricionista do Rest. Girassol)


Caros amigos,

nosso próximo Cine Verde falará de um dos melhores meios de resgatar energia vital através do alimento e uma incrível renovação no modo de enxergá-lo. Venham tirar suas dúvidas!

Ros’Ellis Moraes (nutricionista do Rest. Girassol) estará falando sobre Alimentação Viva e passará uma entrevista sobre o tema.

Contamos com sua presença!

Restaurante Girassol e Escola da Natureza

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Toxina do Botox chega ao cérebro de ratos

Os investigadores verificaram como a toxina botulínica, tornada famosa pelo famoso milagre anti-rugas Botox, pode ser transportada do local de injecção para o cérebro, em ratos.

Uma vez no cérebro, a toxina pode degradar proteínas e agir sobre os nervos.

Esta capacidade, até agora desconhecida, da toxina botulínica para afectar o cérebro “é certamente muito preocupante”, diz Matteo Caleo, do Instituto de Neurociência do Conselho Nacional Italiano de Investigação de Pisa, autor do estudo.

Até agora, o estudo apenas foi realizado com roedores, que não apresentavam reacções comportamentais notáveis à migração da toxina para o cérebro. Apenas uma fracção da dose foi transportada através dos nervos, salienta o investigador, permanecendo o restante no local de injecção e as doses usadas em humanos são pequenas, tornando presumivelmente os efeitos (se existirem) negligenciáveis.

Mas os resultados também revelam que é necessário mais trabalho para compreender melhor a dispersão da toxina e sobre as formas de a prevenir ou de tirar partido terapêutico da situação, diz Caleo.

Já era sabido que a toxina botulínica podia migrar de um local para outro no corpo. A Food and Drug Administration (FDA) americana está actualmente a rever a segurança da toxina botulínica após vários casos de efeitos secundários indesejados, sugerindo que a toxina se espalhou para além do local da injecção. Mas a forma exacta como é transportada na sua forma activa, bloqueadora dos nervos, tem sido um mistério.

A equipa de Caleo injectou toxina botulínica neurotoxina A, a toxina vulgarmente usada no tratamento de problemas musculares e procedimentos cosméticos, nos músculos dos bigodes dos ratos e analisou as áreas cerebrais a eles ligadas, em busca de sinais da toxina: os vestígios de uma proteína degradada pela toxina.

Três dias após a injecção descobriram esses vestígios numa área do tronco cerebral. A pequena quantidade de toxina que atingiu estas células significa que não houve efeitos notórios nos animais.

O facto de a toxina passar para o interior dos nervos permite-lhe acesso privilegiado ao cérebro, que os medicamentos transportados pelo sangue têm dificuldade em alcançar. “Neste caso, temos algo parecido com um Cavalo de Tróia”, diz Caleo. As células nervosas enviam axónios para os músculos e estes axónios recolhem a toxina, que depois é transportada de volta ao cérebro.

Esta manobra de Cavalo de Tróia é comum a várias toxinas, diz Christopher von Bartheld, da Universidade do Nevada em Reno, que estuda a forma como as proteínas são deslocadas ao longo dos axónios. Alguns investigadores, acrescenta ele, estão a tentar usar esta propriedade para fazer chegar medicamentos a regiões específicas do cérebro.

Caleo também demonstrou que a toxina botulínica se pode espalhar pelo cérebro ao ser injectada num dos lados do hipocampo e daí passando para o outro lado. Ele estava interessado nos efeitos internos da toxina pois um dos seus objectivos é usá-la no tratamento da epilepsia, causada pelo excesso de actividade eléctrica em certas áreas do cérebro.

Actualmente o Botox é usado no tratamento de perturbações musculares como a distonia ou os espasmos, em que nervos hiperactivos provocam problemas musculares. Caleo coloca a hipótese de se a toxina é capaz de tratar nervos hiperactivos no corpo, também poderá ser útil para neurónios hiperactivos no próprio cérebro.

Por esse motivo, a descoberta pode ter implicações positivas em alguns tratamentos mas para aqueles que recebem injecções por algumas razões clínicas ou cosméticas pode ser um sinal de alerta. Caleo continua a recomendar o tratamento de pessoas com distonia, pois há fortes provas do seu sucesso, mas é necessária cautela à luz destas novas descobertas.

A FDA “vai continuar a seguir atentamente a toxina à medida que analisa estas descobertas”, anunciou a porta-voz da agência, Rita Chappelle.

Fonte: Simbiotica

Saber mais:

Botox – Wikipédia

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Sacolas plásticas proibidas no Paraná

Um problema ambiental, carregado para casa a cada ida ao supermercado: é um hábito nacional transformar a sacolinha de plástico em saco de lixo. O material pode levar séculos para se decompor.


Só no Paraná, são distribuídos por mês 80 milhões de sacolinhas. A Promotoria de Defesa do Meio Ambiente do estado determinou, em novembro do ano passado, que os supermercados ofereçam outras opções ao consumidor, como uma outra sacola que se decompõe em um ano e meio, ou os modelos antigos de papelão.

“Um tipo de produto que não agrida ao meio ambiente. Logo que a gente vai optar por esse tipo e produto”, concorda uma cliente.

O problema é que três meses depois, só um terço dos supermercados está respeitando a determinação. As grandes redes que têm lojas no Paraná continuam distribuindo a sacola que polui os lixões.

A Secretaria de Meio Ambiente multou dois grupos estrangeiros e um nacional, em R$ 70 mil cada. Se em 30 dias as sacolas plásticas não forem substituídas, a multa triplica.

A lição vem das feiras livre onde o hábito de trazer de casa a própria sacola nunca foi abandonada. “Olha como a minha sacola está usada, quebrada. Faz tempo, mas usamos”, reconheceu um consumidor que carregava uma sacola.

“O meio ambiente vai receber menos embalagem, vai gastar menos petróleo, então tem toda uma cadeia que é ligada à sacola plástica, desde poluição ambiental até indústria, que vai ser poupada”, afirmou um feirante.

Fonte: Jornal Bom Dia Brasil

Publicado por Eco & Ação, em 04/03/2008, Site: www.ecoeacao.com.br

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