Desintoxicação é Importante "colonics"

Quando mudamos os hábitos alimentares é normal haver alteração do funcionamento dos intestinos.

A minha mãe tem 61 anos e começou no inicio do ano a comer comida crua e agora diz que vai menos vezes ao banheiro (casa de banho em Portugal). Há maior assimilação de nutrientes por isso menos dejectos para jogar fora.

De qualquer forma o processo de desintoxicação é necessário quando queremos libertar-nos de toxinas e não só. Os nossos intestinos acumularam matéria putrefacta durante muitos anos ( esta é para os vegetarianos que comem muita pizza, pão, cereais). Alimentos à base de gluten(amido) cobrem as paredes do intestino e todas as células de mucosidade.

O resultado no intestino é como uma câmara de ar negra(ver imagem desagradável em baixo) – tal e qual o que acontece numa bacia com torneira quando não é limpa começa a criar aquela substancia negra. Restos de outros alimentos mal digeridos, medicamentos não assimilados, etc, vão ficando retidos nesta espécie de borracha que entope e isola as paredes do intestino.

Aqui está uma imagem da eliminação típica e muito comum de alguns destes depósitos. Durante o nosso programa, a maioria das pessoas deixa atrás 10 a 20 vezes desta quantidade. é muito agradável uma pessoa ficar livre de tanta porcaria e a limpeza do colón, é verdadeiramente benéica para estabelecer boa saúde.


Eu sei que esta conversa é desagradável mas mais agradável é ter o organismo livre deste lixo. Qual a solução? Não tome laxantes à toa. Sei que não é muito agradável mas o ideal é lavagem dos intestinos com clister. Penso que ai nas farmácias deve vender o saco para clister. Não pense que por fazer clister vai deixar de ser “macho”. É melhor do que usar laxantes químicos.

O ideal é com água morna com suco de limão ou café.

Tome um pouco de linhaça moída (é melhor deixar de molho de um dia para o outro -l avar e escorrer) ou psylium em pó ( psylum pergunte em ervanárias – tire o pó das cápsulas).

Para quem aguentar deve fazer esta lavagem duas vezes ao dia durante uma semana.

Eu fiz com a ajuda da minha companheira usando 20 litros de água de cada vez (fazendo jejum), mas isso é mais complicado – se conseguir encontrar alguém especialista em limpeza ao cólon recomendo imenso.

O mais simples mesmo é começar com os 2 litros que normalmente o saco leva. Pondo-se de joelhos, coloque o tubo no ânus com a ajuda de um pouco de vaselina ou azeite. Baixe o tronco ficando com a cara junto ao chão e deixe o liquido escorrer. Aguente o tempo possivel (+- 5minutos) Se não aguentar devido à pressão da água, feche a torneira do tubo, retire e sente-se para evacuar. Descanse em seguida

Ou então como mostra na imagem (um sistema mais sofisticado)

Isto era usado antigamente por quase toda a gente e dava muito resultado. Na antiga União Soviética era hábito fazer um clister sempre que alguém fosse internado – para quase todas as doenças.

Aqui em Portugal tenho uma amiga, médica Naturopata e Acunputora, que faz este tipo de tratamento juntamente com jejum.

Depois da limpeza:

Tome um pouco de carvão activado.

Tente arranjar acidófilos para depois da limpeza – assim vai repor as bactérias amigáveis – pergunte na farmácia ou ervanária (ou use as cápsulas importadas que contenham acidófilos e bífidus) pode despejar as cápsulas num suco ou espalhar sobre fruta – tem um sabor parecido com o queijo.

Lactobacilos de todos os tipos são importantíssimos para a recolonização da flora intestinal: controlam o crescimento dos bacilos, fermentos e micróbios nocivos através de uma produção própria de antibióticos naturais. Os principais são os lactobacilos bulgáricos, acidófilos e bífidos. Os bulgáricos são os que transformam o leite em iogurte; acidófilos, extremamente resistentes a todos os tipos de antibióticos sintéticos, você compra em cápsulas na farmácia, assim como os bífidos, ou faz de repolho, assim:

Lactobacilos de repolho De manhã bater no liquidificador durante meio minuto, primeiro devagar depois em alta velocidade, 1 3/4 copos (420 ml) de água pura ou destilada com 3 copos (720 ml) de repolho cortado bem fininho e não muito apertado. Colocar a mistura num vidro, cobrir com um pano fino e deixar à temperatura ambiente durante 72 horas; coar e jogar fora o bagaço. Do líquido, apelidado Rejuvelac, 1/4 de copo (60 ml) são o fermento: reservar. Bater novamente no liquidificador 3 copos de repolho cortado fininho com 1 1/2 copo (360 ml) de água pura, colocar no vidro, juntar os 60 ml do primeiro Rejuvelac. Chacoalhar o vidro, cobrir e deixar à temperatura ambiente durante 24 horas (o processo vai mais rápido agora porque já tem o fermento). Guardar o resto do Rejuvelac na geladeira e tomar 1/2 copo (120 ml) três vezes ao dia, junto com as refeições. Jogar fora qualquer resto de Rejuvelac depois de 24 horas. O sabor do bom Rejuvelac é ácido e ligeiramente gasoso, lembrando iogurte natural ou água mineral gasosa forte. Se o gosto for podre, jogue fora e comece de novo.

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Procedimento para enfermeiro(a)

LAVAGEM INTESTINAL

Lavagem Intestinal: É a introdução de líquido no intestino através do ânus ou da colostomia.

Material:
irrigador com extensão clampada contendo solução prescrita: água morna, glicerina, solução salina, SF + glicerina, fleet enema, minilax;
sonda retal (mulher: 22 ou 24 e homem: 24 ou 26);
pincha para fechar o intermediário; gazes; vaselina ou xylocaína; cuba rim; papel higiênico; luva de procedimento; suporte de soro; comadre; biombo s/n; impermeável; lençol móvel; solução glicerinada ou fleet enema; saco para lixo.

Procedimento:
abrir o pacote do irrigador, conectar a sonda retal na sua borracha;
colocar a solução (SF + glicerina) dentro do irrigador;
retirar o ar da borracha;
colocar a xylocaína numa gaze;
colocar a cuba rim, gaze e irrigador completo numa bandeja e levar para o quarto;
proteger a coma com impermeável e lençol móvel;
dependurar o irrigador no suporte de soro à altura de 60cm do tórax do paciente;
colocar a comadre sobre os pés da cama;
colocar a paciente em posição de Sims;
tirar ar da sonda sobre a cuba rim;
clampar a extensão do irrigador;
lubrificar a sonda reta 5 cm;
calçar luvas;
entreabrir as nádegas com papel higiênico;
introduzir a sonda de 5 a 10 cm, usando uma gze, pedir ao paciente que inspire profundamente;
firmar a sonda com uma mão e com a outra desclampar a extensão;
deixar ecoar lentamente o líquido até restar pequena quantidade no irrigador;
se a solução não estiver sendo infundida, fazer movimentos rotatórios;
clampar a extensão, retirar a sonda com papel e desprezar na cuba rim;
orientar o paciente a reter a solução, o quanto puder;
oferecer comadre e papel higiênico à mão.



Tipo de Clister

Antisséptico: combate a infecção;
Adstringente: contrair os tecidos intestinais;
Carminativo: eliminar as flatulências;
Sedativo: aliviar a dor (C.A.);
Anti-helmíntico: destruir vermes;
Emolientes: amolecer as fezes;
Água gelada: diminuir a febre;
Enema salena: eliminar as fezes;
Enema irritativo: irrita o intestino provocando eliminação das fezes (feita com sulfato de magnésio).

Fonte:

http://enfermagem.portalmidis.com.br/lavagem-intestinal.htm

http://enfermagem.portalmidis.com.br/tipo-de-clister.htm

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A limpeza ao cólon e outras eliminações.

Para quem é novo nestas práticas, fique sabendo que elas existem desde os primórdios da humanidade. A ayurveda (medicina da India com mais de 5000 anos), por exemplo recorre a muitas práticas de eliminação, desde a limpeza linfática com massagem sincronizada de ambas partes do corpo até à limpeza do cólon.

Resolvi copiar parte deste artigo para entendermos a eliminação e o seu uso histórico.

A crença de que as fezes contêm substâncias tóxicas para o organismo e de que estas podem ser absorvidas e causar doenças remonta aos antigos egípcios. No papiro Anonimo Londinense encontra-se o seguinte trecho:

qualquer alimento ingerido que não é absorvido pelo organismo e que permanece nos órgãos, o calor do corpo gera resíduos que sofrem putrefação e causam enfermidades” Segundo Tamayo, na transição da medicina mágico-sacerdotal para a medicina empírico-racional, esta é a primeira interpretação da enfermidade como um fenômeno natural.[1]

Na decifração dos hieróglifos, encontrou-se repetidamente a seqüência de letras whdw que foi traduzida sem alfabeto latino por oukhedou. Acreditou-se durante algum tempo que se tratasse de alguma doença.
Segundo Steuer, o verdadeiro sentido do termo é de um princípio tóxico contido nas fezes, o qual, quando absorvido, coagula o sangue, produzindo abscessos ou corrupção sistêmica do organismo. A decomposição do cadáver, que se inicia pelo intestino, e a supuração patológica, são consideradas manifestações equivalentes da putrefação orgânica causada por este princípio tóxico.[1]

Os médicos egípcios atribuíam ao oukhedou muitas enfermidades e explicavam inclusive o envelhecimento como conseqüência de sua absorção contínua pelo organismo. Como tratamento e profilaxia das doenças prescreviam com freqüência purgativos, eméticos e clisteres, visando à retirada deste princípio tóxico do organismo. A sangria também era utilizada em alguns casos com a mesma finalidade.
Heródoto (II.77) deixou-nos, a propósito dos egípios, o seguinte depoimento:

“Em sua maneira de viver, têm o costume de purgar-se todos os meses do ano, por três dias consecutivos, procurando viver com saúde a custa de eméticos e clisteres, persuadidos de que todos os achaques e enfermidades do homem procedem dos alimentos.” [2]

No papiro de Ebers há pelo menos 12 receitas de purgativos, destinados a “liberar o ventre e expelir todas as coisas más que estão no corpo do doente”.[3]

Sobre o clister havia a lenda de que a íbis, ave sagrada dos egípcios, praticava em si mesma a limpeza da cloaca enchendo o bico de água e introduzindo-o através do ânus.[4][5] Skinner lembra que o deus Thoth, da mitologia egípcia, era representado com a cabeça da íbis e poderia ser ele, e não a ave, que ensinara o uso do clister para limpeza do reto.[6]

Estas idéias e conceitos etiopatogênicos dos egípcios trasladaram-se para a medicina grega, de início para a escola de Cnidos e, a seguir, para a escola hipocrática de Cós . Eurifos de Cnidos substituíu o termo hieroglífico oukhedou pela palavra grega peritomata, cujo sentido é o de “resíduos”.[1]

A crença nos efeitos benéficos da lavagem intestinal no tratamento das doenças e como medida higiênica visando preservar a saúde parece ser intuitiva e comum a várias culturas, que se desenvolveram isoladamente, sem comunicação entre si.

Na civilização azteca, por exemplo, as lavagens eram muito utilizadas, sendo designadas por Notepamaca. Os araucanos, na América do Sul, usavam para a administração de enemas bolsas fabricadas com estômago ou bexiga urinária. [7]

Na África Central, o instrumento utilizado era feito com uma cabaça em forma de funil, com um orifício na extremidade afilada. O líquido, previamente colocado no interior do recipiente era injetado, soprando-se na outra extremidade alargada. A superfície externa da cabaça era decorada com desenhos artísticos. [8].

Entre os indígenas brasileiros também era comum o uso de purgativos e de clisteres antes da chegada dos colonizadores portugueses.[9]
Na medicina hipocrática o uso de purgativos e clisteres baseava-se em um conceito mais elaborado de enfermidade, qual seja o desequilíbrio dos humores.

A definição de humor (khymós, em grego) era de um constituinte básico do organismo, necessário à manutenção da vida e da saúde. Inicialmente, o número de humores era indefinido; posteriormente, seu número reduziu-se a quatro: sangue, fleuma, bile amarela e bile negra, tal como se encontra no livro Da natureza do homem, da coleção hipocrática, livro este atribuído a Polibos, genro de Hipócrates. [10].

O estado de saúde dependeria da exata proporção e da perfeita miscigenização dos quatro humores, que poderiam alterar-se por ação de causas externas ou internas. O excesso ou deficiência de qualquer dos humores, assim como o seu isolamento ou mistura inadequada, causariam as doenças com o seu cortejo sintomático.

A recuperação do enfermo se daria pela eliminação do humor excedente ou alterado. O médico pode auxiliar as forças curativas da Natureza, retirando do corpo o “humor em excesso” ou o “humor vicioso”, a fim de restaurar o equilíbrio. Com este objetivo, foram adotados os mesmos métodos terapêuticos dos egípcios: sangria, purgativos, eméticos e clisteres.
A doutrina dos quatro humores foi revitalizado
por Galeno no século II d.C.

Depois de Hipócrates, Galeno foi o personagem que maior influência exerceu no curso da História da Medicina. Seus ensinamentos, contidos na extensa obra que deixou escrita, foram aceitos como definitivos e intocáveis durante a Idade Média, até o Renascimento, ou seja, cerca de 1.300 anos.

Galeno não somente aceitou a doutrina da patologia humoral com os seus quatro humores, como a expandiu em seus desdobramentos relativamente à patologia e à terapêutica. A preocupação em retirar do corpo o conteúdo nocivo que estaria causando a doença, para a recuperação da saúde do enfermo, tornou-se um dogma. E, para alcançar este objetivo nada melhor do que a sangria, os purgativos, vomitórios e lavagens intestinais.

Secundariamente poderiam ser usados também os revulsivos, como a ventosa, e os sudoríferos. [11]
No período de obscurantismo da Idade Média em que a medicina se estagnou na Europa, floresceram no Oriente, entre os povos persas e árabes, importantes centros de estudos médicos como Jundi Shapur, Ispahan e Bagdá. As obras de Aristóteles, Hipócrates e Galeno, entre outras, foram traduzidas para o árabe.

O maior expoente da medicina nesse período foi Avicena, que viveu de 980 a 1037 d.C. Avicena resumiu toda a ciência médica de sua época, acrescida de observações próprias, em um tratado denominado Canon da medicina. Este tratado foi posteriormente traduzido para o latim e serviu por muito tempo como livro-texto, ao lado das obras de Hipócrates e Galeno, nos países europeus.

Avicenna esposou a doutrina da patologia humoral e dos quatro humores, dedicando um capítulo sobre O uso dos eliminantes: purgação, emese, ventosas, flebotomia e sanguessugas. Neste capítulo, os purgativos ocupam o primeiro lugar na hierarquia dos eliminantes, como demonstra a seguinte passagem :

“Quando o laxativo deixa de agir e induz o aparecimento de dores em cólica, desconforto abdominal e o paciente sente-se mal, com alterações da visão, tonturas e cefaléia, devemos recorrer aos enemas …”


A aplicação de clisteres, na maioria das vezes, não era função do médico e sim dos boticários, que se especializavam nessa prática e obtinham um bom rendimento com a mesma. O instrumento utilizado era uma seringa com capacidade para conter a quantidade desejada de líquido, o qual era injetado no reto, sob pressão, comprimindo-se o êmbolo ou pistão.

Posteriormente a seringa foi substituída pelo irrigador, de metal esmaltado ou porcelana e, finalmente, pela bolsa de borracha.



A partir do século XIX, depois de Pasteur e Koch, foram identificadas bactérias patogênicas como agentes etiológicos de muitas doenças de causa até então desconhecida. O entusiasmo pela microbiologia foi tamanho que se chegou a pensar que, se não todas, pelo menos a maior parte das enfermidades fossem produzidas por micróbios. Nesse contexto era natural que se considerasse a auto-intoxicação intestinal como resultante da ação de bactérias . Os resíduos alimentares que formam as fezes são um excelente meio de cultura e o cólon um ambiente apropriado ao crescimento e colonização de numerosas espécies bacterianas, dentre as quais estariam aquelas produtoras de toxinas.

A observação clínica de que, na insuficiência hepática grave, o fígado perde a sua função “desintoxicante” e manifesta-se o quadro clínico da encefalopatia hepática constituía uma evidência da acerto da teoria da auto-intoxicação, sobretudo porque o paciente melhora com a aplicação de lavagens intestinais.

A obstipação com a estase fecal prolongada seria um fator condicionante de maior absorção das toxinas, razão pela qual os laxantes deveriam ser usados, não somente como tratamento, mas também como medida preventiva da auto-intoxicação.

Metchnikoff e seus discípulos atribuíam às bactérias anaeróbias a putrefação intestinal e consideravam o indol como a principal substância tóxica produzida no intestino. O indol, entretanto, resulta principalmente do metabolismo do grupo dos bacilos coliformes.[16]

Segundo Metchnikoff, a flora anaeróbia é inibida pela flora acidófica produtora de ácido lático e, nesse sentido, recomendava o uso habitual de coalhada.

No início do século XX, a doutrina da auto-intoxicação por estase intestinal ganhou nova dimensão, com argumentos defendidos ou compartilhadas por autores de prestígio na comunidade médica.


O método atualmente adotado para tal fim denomina-se hidroterapia do cólon ou colonterapia e utiliza-se de moderna tecnologia por meio de aparelhos que injetam e removem automaticamente grande quantidade de água no cólon, promovendo sua limpeza. Embora sem aprovação da medicina oficial , é largamente usado como “medicina alternativa” em vários países, especialmente nos EE.UU. e paises europeus. A figura abaixo mostra quatro tipos desses aparelhos, fabricados, respectivamente, na Itália(1), Espanha(2), Brasil(3) e Inglaterra(4).










FONTES:

1. TAMAYO, R.P. – El concepto de enfermedad. México, Consejo Nacional de Ciencia y Tecnologia, 1988, p. 75
2. HERÓDOTO – Los nueve libros de la Historia, (trad., 3. ed.). México, Editorial Porrúa, 1981, p. 82.
3. SAINT-HIEBLE, C. – L’instrument des apothicaires. Paris, Jean Fort ed., s/d, p. 11-12
4. LECA, A-P – La médecine égyptienne au temps des pharaons. Paris, Editions Roger Dacosta, 1971
5. DUMESNIL, R. – Histoire illustrée de la médecine. Paris, Librairie Plon, 1935, p. 166
6. SKINNER, Henry A. – The origin of medical terms, 2.ed. Baltimore, Williams , Wilkins, 1961, p. 160-161.
7. PARDAL, R. – Medicina aborígena americana. Buenos Aires, Jose Anesi, 1937, p. 47
8. STEPHEN-CHAUVET – La médecine chez les peuples primitifs. Paris, Lib. Mloine, 1936, p. 53-54
9. RODRIGUES, L. – Anchieta e a medicina. Belo Horizonte, Ed. Apollo, 1934, p. 73.
10. HIPPOCRATE – De la nature de l’homme. Oeuvres completes (trad. Littré, 1861). Paris, Javal et Bordeaux, 1932, vol.II, p. 199-207.
11. CASTIGLLIONI, A. – Histoire de la médecine (trad.). Paris, Payot, 1931.
12. AVICENNA – The Canon of medicine (trad. Laleh Bakhtiar). Chicago, Great Books of the Islamic World, 1999, p. 496.
13. AROUET, F.M. (VOLTAIRE).- Contos. (trad.) São Paulo, Abril Cultural, 1972, p. 595-596.
14. ROSA, H., SILVÉRIO, A.O, PERINI, R.F. et al. Bacterial infection in cirrhotic patients and its relationship with alcohol. Am. J. Gastroenterol. 95: 1290-1293, 2000.
15. KESHAVARZIAN, A. – Alcohol: “Ice-Breakear” yes. “Gut Barrier-Breaker”, may be.Am. J. Gastroenterol 95:1124-1125, 2000.
16 LEDINGHAN, J.C.G. – The bacteriological evidence of intestinal intoxication. Brit. Med. J. 1913, p.821-823.
Professor Joffre M. de Rezende

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Colonterapia
“Hidrocolonterapia e Dieta Antioxidante para o Rejuvenescimento”

Quatro séculos antes de Cristo, Hipócrates (considerado o pai da Medicina) já falava: “Faz da comida o teu remédio”. Esta afirmação nunca foi considerada tão verdadeira como nos tempos atuais por médicos e cientistas que complementam: “De todos os fatores que afetam o envelhecimento, a dieta é o mais importante”.

Além de classificarmos em alimentos ruins ou bons para a saúde, temos uma nova classe de alimentos que fornecem ao organismo substâncias que auxiliam na prevenção e até no tratamento de doenças. São os alimentos antioxidantes, têm a capacidade de combater os temidos radicais livres, que em excesso, comprometem o bom funcionamento do organismo e aceleram o envelhecimento. Sabe-se que a maioria dos radicais livre se forma no intestino, por isso a importância de uma dieta antioxidante e limpeza intestinal.

Atualmente sabemos que tanto as frutas como as verduras são potentes antioxidantes naturais. As vitaminas C, E e A presentes em abundância em frutas como a laranja, acerola, manga e maçã têm o poder de reduzir os radicais livres. Um copo de suco de acerola, por exemplo, tem aproximadamente 1grama de vitamina C.

A dieta do mediterrâneo vem ganhando destaque neste assunto, devido ao uso de azeite de oliva extra virgem e nozes, que são poderosos redutores do LDL (o colesterol ruim ) e ajudam na longevidade.

Estudos comprovam também que a Aveia e Suco de uva ajudam a proteger o coração. Este último, devido a um pigmento encontrado na casca das uvas vermelhas, os flavonóides, que aumentam as taxas do bom colesterol e ajudam a prevenir o enrijecimento das artérias.

Outro poderoso alimento para a prevenção de doenças é o tomate. Especialistas recomendam 1 colher e meia de molho de tomate ao dia ajuda a reduzir em até 50 % o risco de 11 tipos de câncer, entre eles os de esôfago e próstata. Claro, desde que o tomate venha de uma cultura orgânica.

Outros alimentos antioxidantes são a soja, chá verde, alho, castanha do Pará, que também ajudam a prevenção de males cardíacos.

Além da dieta, outras dicas são importantes:

Sempre tenha frutas em lugar visível na casa, pois na hora da fome escolhemos os primeiros alimentos que aparecem em nosso campo visual;
Evitar comer distraidamente, em pé ou vendo televisão;
Em restaurantes, peça que o molho da salada seja servido a parte;
Inclua pelo menos de 3 a 5 frutas na alimentação diária. Elas podem atrasar o seu relógio biológico em até 4 anos;

Muitas pessoas têm dificuldade em mudar hábitos alimentares. Uma boa opção é fazer uma limpeza intestinal e uma reeducação alimentar orientada por um bom profissional.

Esta limpeza pode ser feita através do enema que consta da higiene intestinal através da introdução de uma cânula fina no ânus ligada a uma bolsa com 1 litro de água. Ou esta pode ser mais completa através da Colonterapia.

A Colonterapia é um processo de limpeza intestinal que desintoxica através da remoção das fezes retidas no intestino grosso, acompanhado de uma dieta antioxidante.

Muitos pacientes com este procedimento sentem mais vitalidade, disposição e consciência corporal. Assim ao cuidar do nosso sistema digestivo, melhoramos nossas emoções, retardando os sinais de envelhecimento e viveremos com muito mais energia.

Baseado nisto pode-se perceber a importância desse órgão esquecido pela maioria de nós.Então cabe reafirmar que uma dieta antioxidante, rica em fibras e alimentos orgânicos, exercícios físicos, limpeza intestinal, pensamentos positivos, meditação e o respeito às características individuais de cada um pode nos levar a uma vida com saúde, longevidade e felicidade.

Fonte: Tiago Almeida e Solange, autores do livro “Colonterapia: Reeducação Alimentar, Desintoxicação, Rejuvenescimento” (editora Gran Sol).

1 Comentário »

  1. Pedro said

    Gostaria de saber se existe alguma clínica na zona do Porto, onde possa realizar este género de tratamento.

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