Sucos Verdes: uma Revolução

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mail.google.com.jpg Verduras, ou folhas verdes comestíveis, são alimentos maravilhosos. Farta e segura fonte de minerais como cálcio, magnésio, fósforo, potássio, vitaminas diversas, aminoácidos, enzimas e muita vitalidade, a ingestão de folhas verdes traz consigo uma série de benefícios.

Coletoras naturais da luz solar, as folhas verdes quando ingeridas liberam na corrente sanguínea uma substância que denominamos Clorofila, esta magnífica molécula verde que é o sangue do reino vegetal. É algo fascinante perceber a semelhança da molécula da clorofila com a molécula da hemoglobina. Apenas uma ligação química as diferencia.

Os verdes podem ser vistos como luz do sol comestível, já que é na Clorofila que colore suas folhas a responsável por capturar e processar a energia que é irradiada do astro-rei. Clorofila é luz líquida! Consumir Clorofila regularmente é como banhar os órgãos internos em luz solar, vivificando e renovando todo o sistema. É como abrir as janelas da casa num dia ensolarado. Não torna o ambiente mais agradável?

Clorofila é a fonte primária de alimentação dos animais herbívoros. Observe os cavalos, as vacas e os elefantes que não comem carne, não bebem leite (depois da infância), não comem ovos, não comem soja (naturalmente) nem feijões de qualquer tipo e no entanto apresentam notável corpulência e massa muscular. Comem, e muito, capim. E o que existe no capim? Minerais, aminoácidos e… Clorofila!

Se não como carne, nem soja, nem leite, nem ovos, onde posso conseguir as proteínas que meu corpo necessita?

Aprendemos nas aulas de ciência que as proteínas são compostas por diversos aminoácidos, assim como um jardim é composto de diversas flores. Os aminoácidos são, assim, os precursores das proteínas.

É surpreendente o quanto pouco se conhece o fato de que os verdes figuram entre as melhores e mais completas fontes de aminoácidos biodisponíveis. Isto significa que o consumo de uma quantidade e variedade apropriada de verduras fornece os tijolinhos necessários para a síntese de qualquer proteína que o corpo necessite, sem que para isto seja preciso intoxicar a corrente sanguínea com substâncias impróprias como os antinutrientes da soja, os antibióticos e hormônios artificiais e naturais presentes na carne e no leite e outras muitas substâncias que causam ao organismo dificuldades desnecessárias. Confira na tabela abaixo a quantidade de alguns aminoácidos disponíveis na couve versus a necessidade diária de um adulto:

AMINOÁCIDOS Necessidade diária de um adulto Conteúdo em 500 g de Couve (crua)
Histidina 560 313
Isoleucina 700 895
Leucina 980 1051
Lisina 840 895
Methionina + Cistina 840 345
Fenilalanina + Tirosina 980 1298
Treonina 490 668
Triptofano 245 182
Valina 700 820

Fonte: FDA – Food and Drug Administration – USA

Basta uma breve análise dos dados nutricionais das verduras para uma compreensão precisa do potencial nutritivo dos verdes. É interessante constatar que os aminoácidos que faltam ou existem em menos quantidade em algumas folhas estão presentes em outras. Uma forma que a Inteligência da Natureza formulou para que prestemos atenção à necessidade de alternar as verduras que comemos e experimentar um pouco da imensa diversidade da Criatividade Natural. A multiplicidade da Mãe Terra e toda a variedade de espécies que esta expressa é certamente muito mais interessante que a monocultura.

Fornecer ao corpo os aminoácidos ao invés de proteínas completas (presentes na carne, no leite, nos ovos, etc.) é como construir a partir de tijolos ao invés de ter que primeiro demolir uma casa para depois utilizar seus tijolos na construção. Simplificamos o trabalho do organismo, evitamos a geração de subprodutos desnecessários e economizamos energia que seria gasta com a digestão. E para onde vai esta energia economizada? Para a faculdade de pensar, para a sensibilidade dos sentidos, para o processo de desintoxicação do organismo…

A Clorofila como um agente de desintoxicação do corpo humano

Desde tempos antigos a Clorofila é tratada como um “agente miraculoso de cura”. Foi provado que a Clorofila é grande auxiliar no tratamento de câncer1 e arteriosclerose2. Abundante pesquisa científica nos mostra que dificilmente existe alguma doença que não pode ser ajudada através da ingestão de clorofila.

A composição elementar das folhas verdes as coloca entre os alimentos mais alcalinizantes do planeta. Para quem não sabe, o sangue humano é naturalmente alcalino e estar nesta condição significa sentir-se como um peixe dentro da água. Um agradável conforto se instala, a respiração se torna longa e contínua, os pensamentos se acalmam, as emoções se suavizam. Quando a corrente sanguínea está alcalinizada é muito difícil de fungos, parasitas, bactérias patogênicas e tumores se desenvolverem. Isto significa que a imunologia e a alcalinidade sanguínea estão intimamente ligadas. Algo a se considerar nos dias de hoje onde as pessoas acidifcam seu sangue a cada refeição açucarada e mal combinada, a cada noite mal dormida, a cada discussão, a cada má notícia recebida.

São diversas as suas ações do reestabelecimento da saúde promovido pela Clorofila. Além da nutrição excelente, esta molécula carrega consigo quantidades significativas de oxigênio. O oxigênio nutre as bactérias benéficas dos intestinos e é letal para fungos, bactérias, tumores e células cancerosas. Este fato por si ressalta a importância das verduras para a construção, manutenção e regeneração da boa saúde.

Como se não fosse suficiente, é possível ainda citar diversos outros benefícios das muitas qualidades desta substância extraordinária: melhoramento da qualidade e da contagem de células sanguíneas, ajuda na prevenção do câncer, prevenção e tratamento da anemia, remove toxinas da corrente sanguínea, ajuda a purificar o fígado, regula a menstruação, melhora a qualidade do leite materno, acelera a cicatrização (pode ser aplicada topicamente também), elimina odores corporais (chulé, etc.) limpa os dentes e a estrutura da gengiva, elimina mau hálito, alivia problemas de garganta, ajuda a tratar inflamações e a remover muco e catarro, torna a visão mais nítida, alivia hemorróidas, alivia dores e fortalece todo o sistema imunológico.

Parece propaganda de algum produto milagroso, é na verdade é. A diferença é que não estou tentando vender nada, mas simplesmente disponibilizar o conhecimento do tesouro que temos espalhado em nosso planeta, crescendo incessantemente por toda parte e em diversas formas, tão acessível e tão necessário para esta civilização que sofre por pura falta de saber.

Muito interessante, mas o que fazer se não gosto de verduras?

Tudo bem, verduras decerto não são, à primeira vista, as mais atraentes opções disponíveis ao paladar. Tem gente que detesta, tem gente que gosta, mas uma coisa é fato: quase ninguém ingere uma quantidade significativa destes vegetais.

Observando minha infância relembro meus momentos de sofrimento diante da possibilidade de comer verduras. Tremia só de pensar na hora do almoço. Quando encontrava qualquer verdinho dentro da sopa passava minutos “pescando” com a colher até que não restasse um único. Só aí podia comer com tranqüilidade. Entendo como se sentem as crianças “fresquinhas”…

A dieta moderna, repleta de estimulantes de paladar como açúcar, frituras salgadas e molhos temperados torna difícil a tarefa de apreciar sabores suaves e diferentes, como o levemente amargo dos vegetais. Quantas pessoas trocariam uma pizza por um prato cheio de rúcula? Assim sendo, temos uma dificuldade natural para comer uma quantidade significativa de folhas verdes.

Mesmo aquelas pessoas que afirmam comer “bastante salada” possivelmente se enquadram no perfil de pessoas que poderiam se beneficiar de uma ingestão maior de verdes. Afinal, muitas vezes o termo “bastante salada” se refere a um prato com duas folhas de alface, quatro de rúcula, cenoura ralada e duas fatias de tomate. Como se pode observar, quase nada de folhas verdes. Estima-se através de análises do FDA americano que uma quantidade diária significativa de folhas verdes por pessoa seria algo como um molho de salsinha, ou seis folhas de couve.

Foi constatado através de várias pesquisas que o homem tradicionalmente come pouca quantidade de verdes em sua dieta. Talvez pelo sabor pouco atraente. Pior: a maioria das pessoas não mastiga suficientemente as verduras para que todos os nutrientes sejam liberados para uso do organismo.

Neste ponto é perceptível a necessidade de uma alternativa viável para se usufruir dos inúmeros benefícios destes notáveis alimentos de uma maneira condizente com a necessidade atual das pessoas: rapidez, praticidade, economia e sabor agradável.

A Revolução dos Sucos Verdes

Sou plenamente a favor do uso da tecnologia a serviço do homem, desde que esta esteja harmonizada com a Natureza. Hoje já temos possibilidades reais de transformar a relação atual de que desenvolvimento tecnológico significa destruição ecológica. Energia magnética, limpa e sem custo, biocombustível, bioconstrução, reciclagem, bioplástico, ecovilas, todos estes mecanismos fazem parte de um possível futuro do desenvolvimento humano neste planeta.

Dentro deste contexto de tecnologias bem utilizadas, a sugestão é começar com algo já disponível e existente em grande parte dos lares: o liquidificador. Este equipamento (ainda) barulhento é, na minha compreensão, subutilizado pela maioria das pessoas. Com este simples aparelho e um pouquinho de conhecimento é possível criar inúmeros pratos utilizando somente ingredientes saudáveis. Pães e bolos naturais, leite e queijos de sementes, molhos deliciosos e o protagonista deste artigo: o suco verde.

O suco verde é algo especial por uma série de motivos. Seu preparo é rápido e fácil, seu custo é baixo e o fato de ser batido dispensa o tempo de mastigar (não que alguém mastigue devidamente hoje em dia) necessário para quebrar a estrutura da planta e deixar os nutrientes acessíveis, facilitando a assimilação dos mesmos. Além disso, tem a virtude de tornar o sabor das verduras acessível para qualquer um, até mesmo crianças “fresquinhas”. O segredo? A combinação de folhas verdes com frutas.

Muitas pessoas intuitivamente ou por conhecimento compreendem que vegetais e frutas não se combinam em termos digestivos. Isto se dá em muitos casos (experimente comer melancia com cenoura e veja como o seu estômago reage), mas recentemente foi observado que frutas e folhas combinam entre si muito bem. Chimpanzés dão prova disto ao comer sanduíches de bananas enroladas em folhas de alface.

Surpreendo-me sempre com as combinações de sabor que surgem experimentando diversas misturas. Manga, banana e salsão. Pêra com folhas de beterraba. Maçã, couve e hortelã. As possibilidades são muitas, mas não quero deixar de expressar minha mais deliciosa preferência: manga e coentro.

É tudo muito simples: um pouco de água no fundo do liquidificador, as frutas, as folhas, bater, servir, beber. Quanto mais fresco melhor. Caso seja possível usar água de coco verde (fresca, não aquelas de caixinha) no lugar da água comum, considere-se um ser afortunado.

As frutas devem estar sempre bem maduras e, sempre que possível, recém colhidas, assim como as folhas. Quanto mais próximas de seu local de cultivo mais vitalidade trazem consigo.

Muito importante, diria até fundamental é a preferência por hortaliças orgânicas, de preferências cultivadas por produtores que cuidem de uma boa remineralização do solo. Hortaliças banhadas com agrotóxicos (agro – tóxicos = venenos da agricultura) e cultivadas com adubos químicos, além de poluir a corrente sanguínea daqueles que delas se alimentam dificilmente trazem dentro de si todos os minerais e elementos promotores de saúde que esperamos estar ingerindo quando comemos vegetais.

Viajando pela Califórnia pude me maravilhar com a grande variedade de verduras disponíveis nos mercados orgânicos. Quatro tipos de couve, cinco de acelga, três de salsa, dezenas de alfaces diferentes . Lá aprendi que as folhas da beterraba não devem ser jogadas fora, mas priorizadas sobre a raiz pois chegam a ter uma concentração de até 600 vezes mais nutrientes do que esta. Foi também lá que vi alguns produtores especializados no fornecimento de ervas daninhas comestíveis, deliciosas e ainda mais nutritivas do que as hortaliças tradicionais. Somando-se os diversos tipos de brotos era realmente de causar espanto a enorme diversidade de verduras em seus muitos subtons de cor que agraciavam as bancas de produtores orgânicos. Bem diferente da mesmice da oferta de nosso país. Será porque não temos um bom solo? Será porque as sementes são muito caras? Nada disso. A única coisa que nos falta é interesse para conhecer e valorizar estes tesouros vivos do reino vegetal e incentivar os produtores através de nosso poder de compra. Simples assim.

A Transformação da Saúde

Com algum tempo de sucos verdes diariamente em sua dieta você pode começar a experienciar alguns pequenos “milagres”. Um exemplo. Das verduras se obtém farto suprimento de magnésio, mineral responsável pelo bom funcionamento do coração, o relaxamento das artérias e de todo o organismo. Quando se ingere uma quantidade satisfatória deste mineral é possível observar uma tendência à tranqüilidade, à ausência de stress, à boa circulação sanguínea. A flexibilidade aumenta em nível físico e em nível mental.

O corpo tem uma inteligência própria. Muitas vezes os desejos por determinado alimentos se relacionam com suas necessidades. Grande parte dos casos de pessoas viciadas em chocolate, por exemplo, relaciona-se à deficiência de magnésio (o cacau é rico em magnésio). O que acontece quando o corpo reconhece os sucos de folhas verdes como fonte pura, superior e sem efeitos colaterais deste mineral? Isso mesmo: aquela vontadezinha quase incontrolável por uma barra de chocolate em determinados momentos pode se transformar num saudável salivar por um maço de salsas. Parece impossível, mas aconteceu comigo, um ex-chocólatra devorador de barras enormes que hoje olha para o chocolate como alguém olha para um pedaço de madeira. Ou melhor dizendo, como um adolescente que olha para o brinquedo que gostava muito quando era criança e percebe que cresceu.

Assim é a inteligência do corpo, este brilhante veículo biológico projetado pela maior de todas as inteligências: a Natureza. Dê ao corpo o combustível ideal e perceba sua disposição em manifestar sua programação original: Saúde.

Percebo hoje que na muitas vezes difícil tarefa de mudança de hábitos alimentares é mais fácil para as pessoas acrescentar do que retirar. Talvez a mais incrível conseqüência da inclusão dos sucos verdes na alimentação diária seja a transformação automática dos hábitos alimentares. Sim, pois ao nutrir, alcalinizar e oxigenar o organismo, os fungos e parasitas vão perdendo seu lugar cativo e seu poder de sugerir ao corpo que se alimente com aquilo que os alimenta: açúcar, alimentos refinados e outras inconveniências. É assim com os “miraculosos” sucos verdes: acrescente-os em sua dieta e observe, sem esforço, os maus hábitos caírem por terra e os bons hábitos chegando naturalmente. Você consegue imaginar o valor desta ferramenta?

Mais fácil do que imaginar é praticar. Comece amanhã mesmo se lhe interessar. Esta é uma proposta de revolução ecológica que começa dentro de cada um. É um movimento suave em busca da evolução de toda a humanidade. Simples, econômico, agradável e praticável. Associe a cor verde com a Saúde e logo perceba os bons frutos desta sabedoria se manifestando em sua vida. E viva!

Preparando os Sucos Verdes

Os sucos verdes podem ser elaborados utilizando-se água de coco ou água comum. Dividem-se em dois tipos, os cremosos e os tipo néctar.

Néctar (recomenda-se coar e consumir em menos de 10 minutos) :

Ex:

  • Água de coco, Maçã, Couve (ou folhas de Brócolis) e Hortelã
Cremosos (não é preciso peneirar):

Ex:

  • Manga e Coentro
  • Manga e Rúcula
  • Manga e Manjericão
  • Manga, Pêssego e Salsinha
  • Maçã, Manga e Babosa (um pouco do gel transparente que reside no interior da folha)
  • Banana, Morango e Alface
  • Banana, Manga e Salsão (talo e folhas)
  • Banana, salsão e amoras
  • Uvas rosadas (sem sementes), Alface e Banana
  • Pêssego e Acelga (folhas verde-escuras)
  • Pêras (maduras), Hortelã e Couve
  • Kiwis (bem maduros), Banana e Salsão
  • Experimente um levemente salgado (como uma sopa fresca):
  • Alface, Manjericão, Limão, Abacate, Cebolinha e Salsão

Dicas importantes:

  1. As quantidades de frutas, folhas e água não foram fornecidas para que você possa ajusta-las de acordo com seu gosto. No princípio é comum que você comece bebendo um suco verde claro e gradualmente sinta-se inclinado para ir colocando mais e mais folhas verde-escuras conforme seu paladar se ajusta. É bom ir devagar nas mudanças. A Natureza não dá saltos.
  2. Experimente substituir a sua refeição matinal por uma generosa quantidade de um suco verde bem saboroso por quinze dias e perceba o que acontece com seu corpo.
  3. Fresco é sempre melhor, mas os sucos mais encorpados (cremosos) podem ser armazenados por até dois dias em temperaturas frias.
  4. Você pode experimentar passar um dia tomando apenas sucos verdes para descansar o aparelho digestivo e possibilitar uma desintoxicação do organismo. Se sentir-se confortável com isto pode estender seu experimento para dois, três, quatro dias…
  5. Lembre-se sempre de que as possibilidades de misturas são quase infinitas. Evite apenas misturar melancia e melões com folhas. Se você sentiu que alguma mistura não lhe caiu bem, tente outras misturas. Cada organismo funciona de uma forma e muitas vezes o que é ótimo para alguém não serve para você.
  6. Uma colher de sobremesa de óleo de linhaça no suco garante inúmeros benefícios extra e fornece os preciosos e raros ômega-3. Óleo ou leite de coco natural (não o industrializado) também é uma excelente inclusão para multiplicar o fator de nutrição do suco e transformá-lo em nutrição completa.
  7. É sempre bom enfatizar a importância de rotacionar os verdes para garantir uma nutrição completa. Além disso, cada verdura possui um tipo de alcalóide, substância que limita o consumo repetido de uma mesma folha e não devem ser consumidos com frequência. Caso contrário, com cinco dias seguidos de suco de couve o corpo acumula uma certa quantidade deste alcalóide e você não vai nem conseguir olhar para uma folha de couve por um bom tempo. Deslumbrante a Sabedoria da Natureza, não é mesmo?

Flavio Passos
www.terradourada.org

Bibliografia:

Green for Life, Victoria Boutenko, Raw Family Publishing

Estudos citados:

1 – Chermonowsky, S. et. Al. “Efeito da Clorofila Dietética na Mutagênese e Crescimento das células Tumorais”, 79:313-322, 1999

2 – Efeito da Cuprofilina em Experimentos com a Arteriosclerose. Romênia, Instituto de Saúde Pública e Pesquisa Médica, 1995

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